Jornal da Golpilheira
Ano XV | Edição 164 | Janeiro / Fevereiro de 2011
«“TRAPALHADAS” CONFIRMAM ATROPELOS À LEI»
Na nossa edição de Agosto de 2009, abordámos a questão da educação sexual obrigatória nas escolas, prevendo alguns problemas que aí vinham.
Nesta edição, voltamos em profundidade ao assunto, demonstrando que essas inquietações tinham razão de ser. O Agrupamento de Escolas da Batalha, provavelmente como muitos outros no País, apressou-se a tornar obrigatória
a educação sexual, mas confessa que não teve tempo para cumprir todos os procedimentos que a Lei determina. Nesse processo, os pais ficaram para trás e desconhecem o que está a ser feito. As “trapalhadas” já começaram a acontecer, como se poderá ver pelos dois casos concretos que acabaram por vir a público e que relatamos. Os pais começam a “acordar” e a Escola remete-se ao silêncio.
“TRAPALHADAS” CONFIRMAM ATROPELOS À LEI
Na nossa edição de Agosto de 2009, abordámos a questão da educação sexual obrigatória nas escolas, prevendo alguns problemas que aí vinham.
Nesta edição, voltamos em profundidade ao assunto, demonstrando que essas inquietações tinham razão de ser. O Agrupamento de Escolas da Batalha, provavelmente como muitos outros no País, apressou-se a tornar obrigatória a educação sexual, mas confessa que não teve tempo para cumprir todos os procedimentos que a Lei determina. Nesse processo, os pais ficaram para trás e desconhecem o que está a ser feito. As “trapalhadas” já começaram a acontecer, como se poderá ver pelos dois casos concretos que acabaram por vir a público e que relatamos. Os pais começam a “acordar” e a Escola remete-se ao silêncio.