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Em Portugal, já cá chegou o comunismo – ou talvez o fascismo. É tudo uma questão de ângulo e de perspectiva.

Este caso kafkiano continua. Uma família é longamente perseguida, vigiada, incomodada, ameaçada, tudo às ordens do Ministério da Educação e por impulso do seu secretário de Estado. Os serviços do Estado e os tribunais espiam, interrogam e bisbilhotam, não porque os pais não cuidem dos filhos, mas porque cuidam deles. Não porque os filhos sejam negligenciados ou maltratados, mas porque são amados e defendidos da “reeducação”.

O que incomoda os tiranos e os seus esbirros? Incomoda-os que estes pais não aceitem que a escola “ensine” e doutrine convicções ideológicas que rejeitam. A Constituição, aliás, proíbe-o expressamente. Mas, em Portugal, os tiranos e seus esbirros esquerdistas podem mais que a Constituição. Por enquanto.

Bravos pais que se atravessam na defesa dos filhos, na afirmação do primado da família na educação dos filhos e na resistência em defesa dos seus direitos humanos e dos filhos.

É preciso libertar Portugal desta prepotência. É urgente livrar-nos da possibilidade destas prepotências.

Público: “Caso sem acordo. Pais que proibiram crianças de aulas de Cidadania avaliados por Segurança Social