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Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento

Poderíamos dizer que o ponto alto do Congresso do PSD, que decorreu no fim-de-semana passado, foi quando o seu líder e Primeiro-Ministro de Portugal, Dr. Luís Montenegro assumiu o objetivo de “libertar” a disciplina de Cidadania das “amarras ideológicas”. Imediatamente fez-se sentir um estrondoso aplauso e a maior parte dos congressistas, senão todos, aplaudiram de pé. É compreensível: desde que esta “disciplina” se instalou de forma abusiva e irregular (ditatorial) nas escolas portuguesas, no ano lectivo 2018/2019, tal como ainda se mantém, imediatamente, se gerou inquietação junto das famílias.

Tornadas públicas estas palavras, logo se manifestou grande alvoroço entre os Portugueses!

Como não podia deixar de ser, tinha de aparecer um defensor da dama (disciplina), por certo repescado do bastião socialista, apresentado como “representante dos diretores das escolas” a dizer que a disciplina de Cidadania “não é problemática para as escolas” – “é um problema apenas dos partidos” – “…o que nós gostaríamos é que o Partido Socialista e o Partido Social Democrata se entendessem, celebrassem um acordo de regime como diz o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa…”; bom poderia continuar a transcrever o que este senhor disse, mas já chega, estamos esclarecidos.

Uma maioria significativa de Portugueses já deram conta de que o modelo socialista de educação não serve para Portugal e já causou os seus estragos.

É preciso, sim, recuperar o pacto de confiança necessário entre as escolas e as famílias.

Agora vamos aguardar para ver se, de facto, as palavras proferidas pelo Sr. Primeiro-Ministro libertam as famílias da tentativa da expropriação da educação dos seus filhos pelo Estado a que assistimos nos últimos anos.

Brufe VNF, 22 de Outubro de 2024

Artur Mesquita Guimarães