“DESTEMIDAS”: UMA SÉRIE DE (DES)ANIMAÇÃO

 “DESTEMIDAS”: UMA SÉRIE DE (DES)ANIMAÇÃO

 
Andam por aí muitos pais escandalizados com “Destemidas”, uma série de filmes de (des)animação passada no programa Zig Zag que, segundo a RTP, é um espaço infantil “dedicado a crianças entre os 18 meses e os 14 anos”. Um dos episódios conta a vida de Thérèse Clerc, pioneira do aborto livre e do movimento feminista em França.
 
Thérèse nasceu numa família católica conservadora, valha a redundância, e, por isso, é representada com uma cruz ao pescoço. O pai diz-lhe que deve ser dócil, enquanto a mãe acrescenta que se deve manter virgem até ao casamento. É óbvia a intenção de ridicularizar a moral cristã: a troça é o elogio que o vício presta à virtude.
Ler mais...
 

Família vai à luta!

Denúncia

Família vai à luta!

Família é obrigada a ir à luta contra a prepotência do Estado, através do Governo (PS) acompanhado dos seus servidores (directores das escolas), na tentativa de expropriar aos pais a educação dos seus filhos.

Ler mais...
 

PELO FIM DA MANIPULAÇÃO DAS CRIANÇAS

 

Petição: Pelo fim da manipulação das crianças

Para: Exmº Sr. Presidente da República, Assembleia da República

Na sua senda para DESTRUIR a família e impor a agenda feminista ideológica de género, a RTP tem sido um dos meios usados pelo governo para levar a cabo uma engenharia comportamental mediante a indução de mudanças no comportamento. Não nos deixamos seduzir e enganar por palavras bonitas. Há uma cultura LGBTQIA+ a querer substituir a cultura milenar judaico-cristã e a desconstruir o próprio Homem para criar uma coisa nova, que "não é homem, nem mulher, mas pode ser o que quiser".

Os desenhos animados da RTP2 , por ex., servem-se de cores e expressões positivas para o que pretendem realçar como bom (o homossexualismo, o feminismo e o comunismo), e cores e expressões negativas para o que pretendem realçar como mau (casamento, família e cristianismo), impondo novas cadeias de associação de ideias e símbolos e invertendo o sentido das proporções, muitas vezes de forma subliminar, para criar o cidadão perfeito, o consumidor perfeito, o escravo perfeito.

Isto foi claramente usado no episódio 19 da série Destemidas e o alvo foram as crianças.

Como pais, encarregados de educação e contribuintes, obrigados a financiar a RTP, não queremos que as nossas crianças sejam cobaias de ideologias desconstrutivas e rejeitamos conteúdos carregados de erotismo e promoção de comportamentos LGBTQIA+. Não se está a ensinar às crianças o respeito pelas diferenças, mas sim a incentivá-las, à força, a serem diferentes do que são na realidade.

 

Pais expropriados por utilidade pública.

Margarida Miranda

18 Setembro 2018

Pais expropriados por utilidade pública. E a Vida atrás da porta…

Ler mais...
 

A propósito da Carta Aberta

A propósito da Carta Aberta

Por eu não autorizar a participação dos meus filhos nas aulas da disciplina, de “Cidadania e Desenvolvimento” recentemente criada, foi emitido um Despacho pelo Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor João Costa, a quem eu escrevi uma Carta Aberta.  A propósito dessa Carta Aberta, e para satisfazer o pedido que me foi feito, passo a tecer algumas considerações que abaixo apresento.

 

Ler mais...
 

A quem pertencem os filhos?

PEDRO VAZ PATTO

01/03/2020

A quem pertencem os filhos?

Ler mais...
 

Carta Aberta Secretário de Estado da Educação

Exmo. Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação

Prof. Doutor João Costa

 

Pela presente venho apresentar-lhe os meus sinceros agradecimentos!

Eu sou aquele pai e, naturalmente, também encarregado de educação, que não autoriza a participação dos filhos na disciplina, recentemente criada, de “Cidadania e Desenvolvimento (CD)”.

Não à revelia, tendo em conta que disso demos conhecimento à Escola e não só - grande parte da troca de correspondência com a escola foi com conhecimento do Sr. Ministro da Educação e da DGEstE – mas oportuna e atempadamente, desde que a disciplina foi introduzida.

 

Nada temos a temer!

 

Acontece que, na semana passada, mais propriamente no dia 27 de Fevereiro, foi-me entregue, a mim e à minha esposa, em mão própria, com direito a “Certidão de Notificação”, um Despacho subscrito por V. Exa. a 16 de Janeiro de 2020, acompanhado de outra documentação com ele relacionada, da IGEC e da DGEstE, pelo crime de lesa majestade que eu e a minha esposa teríamos cometido ao não deixar os nossos filhos participar na disciplina acima referida.

Estou-lhe agradecido, particularmente, porque esta documentação retrata inequivocamente a intenção ditatorial do Estado em, abusivamente, ocupar/invadir o espaço educativo consagrado na Constituição da República Portuguesa aos PAIS. É uma espécie de tique que já se arrasta de há uns anos a esta parte, embora agora com um avanço significativo na criação da recente disciplina, CD, elevada ao estatuto de curricular (!).

É de estranhar a falta de cuidado nas medidas preconizadas a aplicar aos meus filhos - retrocederem de anoa) e aí ficarem retidos, até que os pais decidam deixar que participem em CD - contrariando a apregoada sensibilidade do Sr. Ministro da Educação quanto à discriminação dos jovens que por qualquer motivo (coitadinhos) fiquem retidos no ano lectivo. Parafraseando o Fernando Pessa: “E esta, hein?!”.

Curiosamente, na documentação que me/nos foi apresentada, em jeito de conclusão, refere-se ainda que urge legislar no sentido de eliminar totalmente a acção dos pais junto da escola, naquilo que contraria a intenção educativa do Estado sobre os nossos filhos. Parece que ainda há por ali uma brecha, particularmente, na obediência que os filhos devem aos pais e nas sanções a aplicar aos pais que não alinhem com o sistema. Profundamente lamentável!

 

Recentemente alguém disse: “Filhos do Estado, NÃO!” – E EU SUBSCREVO.

 

Pois bem, Exmo. Senhor Secretário de Estado, desde já deve ficar a saber que, pelas obrigações e direitos que me competem enquanto pai, estarei à altura das minhas responsabilidades - pelo bem dos meus filhos, pelos direitos dos pais e pela liberdade das famílias.


Creia-me verdadeiramente agradecido.

Brufe VNF, 29 de Fevereiro de 2020

Artur Mesquita Guimarães

CC 6592742 7ZY4

 

Obs.: esta carta poderia ser fechada, mas optei por que fosse aberta porque certamente dá conta do grito silencioso de muitos pais que, por medo e/ou por ameaças, ficam inibidos de exercer a sua vontade em liberdade, junto da escola dos seus filhos, no que se refere a este assunto. 

 

a) Ambos os meus filhos obtiveram a média de 5 valores no ano transacto e, no registo de avaliação do 3º período, em apreciação global de cada um pode ler-se: “aluno empenhado, interessado e responsável” e “aluno muito interessado, empenhado e participativo. É bastante responsável”

 

A propósito da Carta Aberta - LER AQUI

 

Newsletter


Videos em destaque