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Famalicão: Plataforma-RN continua sem respostas a questões sobre a lei de sexualidade nas escolas (PRESSPOINT)

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Famalicão: Plataforma-RN continua sem respostas a questões sobre a lei de sexualidade nas escolas

FAMALICÃO (PRESSPOINT) – A Plataforma de Resistência Nacional – Plataforma-RN – “continua ainda sem respostas às questões que colocou acerca do que considera o actual modelo compulsivo de educação sexual na escola”. Recentemente, os responsáveis daquela organização que desde há muito se bate contra a nova lei de educação sexual nos estabelecimentos de ensino deixou” algumas questões que considera “pertinentes”, considerando que “até termos respostas claras e objectivas a estas questões, não há razões para considerar que o modelo legal de educação sexual se funde num trabalho científico metódico e sério.

Desde logo pergunta-se “quais os pressupostos teóricos que permitem pensar que o modelo vai resultar” e “onde foi o modelo submetido a ‘experiência’ ou pelo menos a uma ‘quasi-experiência’ com população de estudo e de controle estatisticamente equivalentes”. A Plataforma-RN quer ver depois esclarecido “quem foram as personalidades independentes e de reconhecido mérito que levaram a cabo essa experiência” e “qual a amostra estatisticamente representativa da população escolar portuguesa que foi estudada”- Consequentemente, pretende-se saber “onde foi verificado que os bons resultados previstos no modelo foram de maneira tecnicamente significativa constatados na prática” e “em que revista com ‘referee’ e indexada no ISI (as únicas relevantes para a FCT) foram publicados os resultados dessa avaliação”. As perguntas continuam: “qual o follow-up da experiência?”, “em que países foi um modelo semelhante aplicado” e “em que países um modelo semelhante foi associado à diminuição da gravidez adolescente e das Infecções de Transmissão Sexual?”. Finalmente, a Plaraforma-RN pretende que seja indicado “qual o efeito previsível da distribuição de contraceptivos hormonais ao nível da saúde física (cancro, antes de mais) e mental das alunas, ao nível relacional e ao nível da feminização da pobreza (no sentido de G. Ackerloff o Nobel da Economia que estudou o efeito dos contraceptivos na sociedade)”.

A Plataforma-RN consdiera ainda que, “na falta dessas respostas, apenas haveria razões para pressentir que é um modelo exigido pelo achismo de pessoas cuja falta de qualificação em educação sexual era, aliás, já de todos conhecida”.

http://presspoint.pt/noticias/?p=9072

 

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