Online gambling

Famalicão: Plataforma de Resistência Nacional reforça aposta na liberdade da escola e da família (PRESSPOINT)

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Presspoint, 19 de Julho, 2010

 

FAMALICÃO (PRESSPOINT) – A Plataforma de Resistência Nacional (PDRN) surgiu no ano passado numa luta contra a chamada lei da eucação sexual nas escolas. A lei acabou mesmo por ser aprovada. Mas a PDRN considerou que deveria continuar a lutar pelos seus propósitos. Artur Mesuita Guimarães é o rosto mais visível desta entidade. E, em breves declarações à Presspoint, explica o que a PDRN continua a fazer

 

Presspoint (P) – Aparentemente, e para a generalidade dos cidadãos, parece que a Plataforma de Resistência Nacional (PDRN) apareceu para se opor à consagração da lei da sexualidade nas escolas. Mesmo com a sua luta, a PDRN não alcançou os seus desideratos. Porque se manteve a PDRN?
Artur Mesquita Guimarães (AMR) – É verdade, de facto a PDRN foi constituída com o propósito de se opor ao projecto-lei 600/X, numa fase inicial, e porque não foram alcançados os seus desideratos, agora opõe-se à ditatorial Lei 60/2009 que impõe a inclusão obrigatória da “educação sexual” nos projectos educativos das escolas. É natural que assim seja!


P – Depois da aprovação da lei contra a qual a PDRN se bateu, os propósitos da PDRN não se esgotaram?
AMG – Nós entendemos que não. Nesta matéria os nossos propósitos, tal como noutras horas grandes da História, só se esgotarão quando for restituída a liberdade às escolas e às famílias.


P – Quais as acções que, após a aprovação da lei, a PDRN tem levado a cabo?
AMG – São inúmeras as acções que a PDRN tem levado a cabo, o que seria de certa forma exaustivo enumerar todas aqui e agora, até porque podem ser consultadas no nosso site www.plataforma-rn.com (em anexo movimento do site). Mas gostaria de destacar as perguntas que colocamos recentemente às escolas sobre uma notícia vinda a público da compra de  Kits à APF, por parte de 1100 escolas, acção esta que ainda está em curso.


P – Quais os ecos que tem recebido das entidades a quem se tem dirigido?
AMG – Diria que constatamos uma generalizada falta de sentido e responsabilidade democrática. Explico melhor, aguardamos há mais de 288 dias a resposta a um pedido de audiência aos ex-presidentes da república, assim como ficamos sem resposta a uma carta aberta que endereçamos ao actual candidato à Presidência da República Manuel Alegre. Poderia enunciar muitos outros casos!..


P – Não se nota, aparentemente, muita acção mediática por parte da PDRN. Qual é a estratégia adoptada?
AMG – A estratégia é a de mobilizar a sociedade em geral para a questão. Para o efeito lideramos a agenda sobre o assunto e desencadeamos acções diversas em conformidade. Já foram dadas muitas oportunidades à comunicação social. Na maior parte dos casos somos procurados pelos jornalistas, mas depois as noticias não aparecem!


P – Qual tem sido a receptividade dos cidadãos às ideias da PDRN? E por parte das entidades responsáveis dos estabelecimentos de ensino?
AMG – Ao fim de um ano de actividade a PDRN conta já com mais de 800 cidadãos que a apoiam, na sua maior parte pais com filhos em idade escolar. A afluência ao site da PDRN é diária, com picos quando da emissão de newsletter e tem visitas de todos os continentes. Quanto aos estabelecimentos de ensino, aguardamos serenamente que nos respondam às perguntas que colocámos, assunto que já falámos acima.


P – A PDRN é uma entidade que se esgotará quando alcançar os objectivos a que se propôs?
AMG – Provavelmente.

http://presspoint.pt/noticias/?p=15850

 

Newsletter


Videos em destaque