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Há associações contra (PÚBLICO)

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12.09.2010 - 07:53 Por Bárbara Wong

 

Muitas escolas já o faziam, mas este ano é que será a sério. A educação sexual passou a ser obrigatória nas escolas públicas de todos os ciclos de ensino e, segundo a lei, é para ser aplicada ao longo do ano lectivo. São seis horas para os alunos até ao 2.º ciclo e 12 horas para os estudantes do 3.º ciclo e secundário. Mas não só: há escolas que estão a convidar os pais para que também eles recebam formação na área e a maioria tem aderido ao apelo.
 
Do outro lado da barreira, há associações de pais, como a Plataforma Resistência Nacional ou a Associação Família e Sociedade, que já se manifestaram contra a aplicação da lei, mas o Ministério da Educação garante que as escolas são obrigadas a ouvir os encarregados de educação sobre esta matéria. Se os pais não quiserem que os filhos assistam a essas aulas, terão que fundamentá-lo.

Ambas as associações defendem que falar sobre educação sexual é uma opção das famílias que não pode ser imposta por lei. A Plataforma Resistência Nacional, que reúne perto de 800 encarregados de educação, colocou inclusive no seu site (http://www.plataforma-rn.org) uma carta-modelo que os pais podem enviar às escolas fundamentando por que não querem que os seus filhos recebam formação nesta área.
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