O que defendemos ?

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A família é muito anterior ao Estado. Os primeiros interessados na educação dos filhos são os pais. 

São os PAIS quem tem de educar os filhos, não é o Estado nem a escola.

Em matérias ideologicamente sensíveis os Pais têm de consentir.

Por isso:

·         A disciplina de “cidadania e desenvolvimento” não pode ter carácter obrigatório, os Pais têm de a poder autorizar para os seus filhos.

·        A promoção de qualquer tipo de visão da vida, do mundo, do homem e da mulher que não seja comum a todos (e hoje em dia quase tudo é questionado) seja em contexto de aula curricular, extra-curricular ou de enriquecimento curricular, seja em qualquer outra actividade a desenvolver em espaço escolar, tem de ter prévio e explícito consentimento dos Pais.  

Há Pais que desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades. E há Pais que não desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades.

Todos eles “têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos” (Constituição da República Portuguesa - art.º 36, nº 5)

E “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (idem - art.º 43.º, n.º 2).

Os Pais não são uma ameaça para os filhos. Ninguém sabe olhar pelos filhos tão bem quanto os Pais.

Por isso, há Pais que nunca esquecem os seus direitos e liberdades.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos nossos filhos!  

Estamos acordados, com o coração em sangue.

Como noutras horas grandes da História, vamos resistir a esta investida totalitária! A luta promete ser longa.

Pais de Portugal, uni-vos. Até à vitória final.

Tirania nunca mais!